Guarujá - Aspectos Econômicos
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PIB E RENDA PER CAPITA
PIB - É soma de toda a riqueza produzida no período de um ano.
Renda Per Capita - É o PIB (soma das riquezas) dividido pelo nº de habitantes do município.

PIB
Pela primeira vez o IBGE divulga o PIB dos 5.560 municípios existentes em 2002, quando o PIB brasileiro era de R$ 1,3 trilhão.

Cubatão é a cidade mais rica da região e a 39ª. do País. É o que revelou ontem (03/05/2005) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou o estudo Produto Interno Bruto (PIB) dos municípios brasileiros 1999/2002. Santos aparece em 45º. lugar no ranking nacional dos 100 maiores preparado pelo IBGE. De acordo com a pesquisa, que levou em conta o PIB a preço de mercado (soma das riquezas no ano) de 2002, Cubatão registrou uma produção de R$ 4,567 bilhões e Santos, R$ 4,054 bilhões, já o Guarujá teve uma soma de riquezas (PIB) da ordem de R$ 1,810 bilhão (1 bilhão e 810 milhões).

Renda Per Capita
O município de Guarujá apresentou uma renda per capita de R$ 6.455,00, o 3º lugar em renda entre os municípios da Baixada. Cubatão foi o campeão entre os municípios da Baixada Santista com uma renda per capita de R$ 40.337 em função de seu parque industrial e a refinaria de petróleo, em segundo vem o município de Santos com uma renda percapita de R$ 9.696,00. A análise dos dados do período 1999-2002 não são favoráveis para o Guarujá, pois mostra uma expansão negativa para o PIB em 0,52%, e para a renda per capita em 2,68%.

Comentário
A renda per capita assim como o PIB, são parâmetros indicadores que servem para avaliar as condições ecônomias de um país, estado, município ou região, porém não devem ser considerados isoladamente, e sim junto com outros parâmetros (saúde, educação, expectativa de vida), para uma avaliação mais fiel das condições de vida da população. O fato de a renda per capita de Guarujá ser de R$ 6.455,00, não siginifica que a grande maioria da população teve esta renda, devemos considerar também que parte desta riqueza não é apropriada pela cidade, é uma riqueza que não trás benefícios direto para a cidade.
Fonte: Produto Interno Bruto dos Muncípios 1999-2002 - IBGE - 2005


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COMUNIDADE DO RIO DO MEIO: UMA COMUNIDADE CUJA ECONOMIA ESTA INTIMAMENTE LIGADA A PESCA

Em Guarujá há uma comunidade cuja sobrevivência esta ligada a pesca do camarão , é a comunidade do Rio do Meio.

Rio do Meio
Rio do Meio
Hoje essa comunidade sente os efeitos da queda da produção de camarão , provocada ao que tudo indica pela degradação do fundo oceânico na região costeira , onde existem canais , braços de mar , mangues , e outras áreas que formam os criadouros naturais das espécies marinhas.
Muitas unidades de processamento já foram a falência , congeladores vazios , os poucos barcos que atracam nas margens do Rio da Meio para descarregar o produto contabilizam prejuizo , porque depois de 15 dias no mar retornam com 1 tonelada , significando 10% , quando comparado com outros tempos.
A salga que já processou 700 a 800 quilos de camarão por dia , empregando dezenas de pessoas , hoje trabalha com 40 quilos por dia.
Há no Rio do Meio pelo menos umas dez salgas para processamento de camarão , empregando dezenas de pessoas , só a EMPRESA CL PESCADOS no período máximo de produção é responsável por 400 empregos diretos e indiretos.

FONTE: A TRIBUNA/01/09/99/pág. B6
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Surf - um grande negócio
Cresce a força do surf como negócio e lazer
Da Reportagem/22/09/01
Júlio César D’Iesposti

Desde que começou a se popularizar no País, nos anos 50, o surf teve várias fases. Do passatempo de vagabundos de praia e playboys à criação de uma imagem ligada à saúde e beleza. Hoje, as indústrias, direcionadas de alguma forma ao esporte, movimentam milhares de dólares por ano, reduzindo ainda mais a idéia de uma atividade baseada apenas em um estilo de vida com pouca roupa e gente bonita, tendo o céu como bandeira e o humor cadenciado apenas pelas ondas do mar. Em Guarujá, onde existem várias escolas, o interesse pela modalidade aumenta cada vez mais, como negócio e como lazer.
Assim, o esporte continua atraindo muitos adeptos dos benefícios que a sua prática proporciona à saúde, uma espécie de estado permanente de juventude. De acordo com a Waves (empresa que organiza a Surf Beach Show, considerada a maior feira do setor na América Latina) existem pelo menos 2 milhões de adeptos do esporte no Brasil. Esse crescimento, verificado principalmente na última década, está associado ao surgimento do esporte como terapia contra o estresse e até a programas sociais direcionados a crianças carentes. No Município, que foi um dos palcos nacionais mais importantes do esporte no início dos anos 90, existem, segundo a Associação de Surf de Guarujá, oito escolas que contribuem, de alguma forma, para engrossar as respeitáveis cifras da modalidade no Brasil.
Segundo o presidente da associação, Ricardo Simonian, o Roley, são cerca de 6 mil os praticantes de surf em Guarujá, sem contar profissionais que trabalham com o esporte de maneira geral, como instrutores e professores. Mas esse número pode crescer ainda mais com o trabalho voluntário das escolinhas.
‘‘O surf proporciona uma atividade completa, que desenvolve bem e é hoje muito procurado por ser saudável, permitindo a prática do remo e da natação quando se perde a prancha’’, define ele, sobre os benefícios do esporte. Ele afirma que essa prática também está crescendo entre o público feminino. Pelo menos 16 meninas participam de torneios em Guarujá, algumas delas de cidades do Litoral Norte.
Outro fator, segundo ele, que atrai os jovens, é a possibilidade de os atletas se profissionalizarem, disputando torneios no exterior, ganhando projeção e dinheiro. Alerta, porém, que é preciso conseguir bons patrocionadores, o que nem sempre é fácil.

Mercado

Em Guarujá, o surf movimenta a economia da Cidade com lojas especializadas e oficinas de pranchas, como a Thyola Surf Boards, uma das mais antigas da região, conhecida até no exterior.
Mas hoje, conforme o Instituto de Pesquisa Brasmarketing, na Capital, o surf é o segundo esporte mais popular entre jovens de 15 a 29 anos na região do ABC, crescimento explicado, também, pelos fortes apelos da propaganda. De olho nesse mercado, as empresas do ramo de confecções e equipamentos estão descobrindo um exército de simpatizantes, que, embora não pratiquem o esporte, acatam o comportamento dos milhões de atletas.
Para Luiz Henrique Sabóia Campos, gerente de marketing da Reef-Brasil — uma das empresas do grupo Surf-School e que patrocina todas as etapas do WQS, um torneio classificatório para o mundial, além de competições no Brasil inteiro —, a estratégia do grupo é ‘‘investir no estilo de vida’’, de pessoas que gostam de emoção, de viajar, o que reflete em parte o espírito do praticante.
Luiz Henrique afirma que Guarujá e a Baixada têm um grande potencial nessa área. Segundo ele, nos anos 50 e 60 surgiu a primeira geração do esporte no Brasil, mas, hoje, as empresas estão direcionando suas ações para os filhos de surfistas competidores.

Maioria de alunos é da Capital

Mesmo sendo uma atividade que tem como forte as competições no Brasil e no exterior, o surf está crescendo principalmente entre os profissionais que querem fugir do estresse e da vida agitada dos grandes centros. Para atender a esse segmento, existem escolinhas dirigidas, na maior parte das vezes, por atletas que conseguiram vencer os desafios da falta de apoio e ganharam projeção no cenário nacional e internacional.
É o caso da escola de Jojó de Olivença. Décimo terceiro no ranking brasileiro, ele encontrou no esporte um grande potencial a ser explorado. O trabalho de professor começou há dois anos. Hoje, a Escola Jojó de Olivença conta com um escritório no saguão de entrada do Delphin Hotel, na Enseada, onde utiliza a estrutura do estabelecimento. Mas o que a diferencia é que 80% dos alunos são pessoas da Capital.
Segundo ele, o surf é bom para combater o estresse, contra a vida ociosa e para melhorar o condicionamento físico, o que pode ser conseguido quando o aluno ingressa no curso, que ministra desde teoria até a disciplina e a utilização correta dos acessórios. O pacote mais barato sai por R$ 50,00 mensais, com uma aula por semana.
‘‘Futuramente, pretendemos criar mais departamentos, como o de competição, direcionado a jovens que queiram entrar no circuito do esporte’’, afirma ele. A escola tem plano imediatos de trabalhar com 20 crianças carentes do Projeto Girassol, na faixa de 7 a 10 anos, mantido pela Prefeitura. Para isso, a adquiriu um lote de pranchas novas.
Jojó de Olivença pensa em montar, também, um curso de salvamento de praias, baseado no Junior Life Guard Programe dos EUA, para adolescentes, projeto que pretende desenvolver em parceria com o 17º Grupamento de Bombeiros, responsável pelo Salvamar Paulista.
Jojó diz que começou no surf aos 11 anos, vindo da Bahia em 89. De 93 a 98, competiu no World Champion Ship Tour (WST), que reúne os 46 melhores surfistas do mundo, e participou de torneios em diversos países.
Mais divulgação — ‘‘Tudo que tenho devo ao surf’’, afirma ele. Mas acha que o iniciante, mesmo tendo talento, precisa ter os pés no chão, ser humilde, para vencer na competição. Afirma que no Brasil o esporte tem muito a crescer, mas a sociedade precisa conhecer melhor o surf.
Aqui, segundo ele, o surf está ressurgindo com a passagem da área de negócios para a Abril-Eventos, que abriu esse mercado para patrocinadores de outros ramos de produtos. Ele acredita que Guarujá poderá ser a capital brasileira do surf, próximo ao grande centro consumidor de São Paulo e praias agitadas o ano todo. Mas acha que falta simpatia política pelo esporte na Cidade.

Esporte atrai várias gerações

O surf vem se transformando num encontro de várias gerações em Guarujá. É o que se pode verificar, por exemplo, na escola Rumo ao Surf Profissional (RSP), dirigida por Rogério Santana Pinto, que funciona nas areias de Pitangueiras. Baseada no método da International Surfin Association, a escola está preparada para ensinar as técnicas do esporte para um público que vai desde crianças com quatro anos a senhores da terceira idade.
Segundo Rogério Santana, a escola já tem mais de 70 alunos, a maioria crianças carentes. A hora-aula custa R$ 10,00, mas os alunos pobres não pagam.
O trabalho desenvolvido pela unidade entusiasmou o empresário Marco Antônio Haddad, que tem duas confecções no Brás, uma delas, a World Kidds, produz roupas para skatistas.
‘‘Eu comecei a reparar que o surf não é apenas indicado para adolescentes, mas também para outros tipos de público’’, afirma Haddad, que também é praticante, mas acompanha os dois filhos, Monique e Marquinhos na praia. Ambos apresentaram uma rápida evolução nas técnicas do esporte. Marquinhos, com apenas quatro anos, foi revelação no 2º Surf Maniac, evento realizado, recentemente, na Praia do Tombo.
Voluntário — Marco Antônio Haddad se associou à RSP e vem desenvolvendo trabalho voluntário, para atender as crianças carentes. Ele diz que quer conseguir 200 cestas básicas para distribuir aos surfistas carentes. A esposa, Mônica, está agenciando atletas para conseguir patrocinadores.
É uma esperança para João Vítor, de 19 anos. Ele procede de família de baixa renda e representa a escola em torneios da Cidade. Porém, não conta com uma verba que lhe garanta a alimentação, roupas e viagem. Apesar de estudar, seu grande objetivo, conforme afirma, ‘‘é ser um surfista profissional’’. Um patrocínio fica em torno de R$ 1,5 a R$ 2 mil mensais.
O surf entusiasma até mesmo o secretário de Educação e Esportes da Prefeitura, Zoel Siqueira. Ele afirma que a partir do próximo ano, o surf amador terá mais apoio na Cidade, como incentivo a programas sociais desenvolvidos pelas escolinhas.

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Pesca e comércio mantêm Praia do Perequê
Da Reportagem de A Tribuna 19/01/01

A pesca e o comércio são as principais fontes de receita da Praia do Perequê, e representam um atrativo a mais para quem visita o lugar. Com suas embarcações atracadas próximas à areia, num mar de águas calmas e de onde se pode apreciar o pôr-do-sol, esta praia — onde ainda se encontram pescadores artesanais — tem sido considerada, ao longo dos anos, um dos recantos privilegiados do Guarujá. É um lugar que vale a pena conhecer, porque foi preservado. Porém, a comunidade espera por mais apoio por parte da Prefeitura.

A frota pesqueira local possui cerca de 300 embarcações, mas enfrenta o declínio da produção, causada, entre outros fatores, pela atividade ilegal das parelhas, que praticam a pesca de arrasto (dois barcos puxam uma rede como se fosse um saco), que é proibida pela legislação. No dia 15 de fevereiro, entra em vigor o defeso (período de reprodução do camarão), e aí os artesanais ficam três meses vivendo apenas da venda do pescado.
O pescador Paulo Renato, por exemplo, afirma que o Ibama, órgão responsável pela fiscalização, não coíbe a presença das parelhas, que causam uma grande devastação. Com isso, aparecem muitos peixes mortos, de pequeno porte, ao longo da baía.
Produção reduzida — O bairro já produziu, em outros tempo, 30 toneladas de camarão por dia, mas hoje a produção é pequena, e mal consegue abastecer o mercado local e as unidades de processamento instaladas no núcleo. Para piorar, os artesanais sofrem a concorrência de outros centros, especialmente Santos, que pescam em abundância e abastecem o varejo.

O camarão sete barbas, a pescada amarela, a tainha e o robalo ainda são vendidos pelos artesanais, mas em quantidades reduzidas. O presidente da Sociedade Amigos da Praia do Perequê, Florivaldo Lourinho, não tem do que se queixar. Ele disse que as vendas, em geral, aumentaram 30% nesta temporada. Mas acha que a pesca já viveu tempos melhores. Segundo ele, hoje a produção pesqueira local é de uma ou duas toneladas por dia de camarão.
Mais estrutura — A exploração do turismo de lazer e da pesca esportiva seria, segundo os pescadores e as lideranças locais, uma alternativa econômica para o núcleo nos próximos anos. Por isso, acham que o bairro vai ter que explorar melhor o turismo. Uma idéia é instalar no bairro uma infra-estrutura para o desenvolvimento da pesca esportiva.
Conforme os pescadores, a construção de um píer na praia escoaria melhor a produção e daria mais conforto aos praticantes da pesca em alto-mar, como atividade de lazer. Muitos artesanais se queixam de que perdem o pouco que pescam porque as chatas — único meio de chegar à areia — viram, e tudo fica perdido nas águas.
Conforme Lindomar de Oliveira, um catarinense que vive há oito anos da pesca, o píer ajudaria não só a pesca esportiva como também a própria comercializaçao do pescado e do camarão. ‘‘Dizem que tem um projeto na Prefeitura, mas nunca se viu nada de concreto’’.

Para alguns veranistas, as obras realizadas nos últimos dois anos, especialmente o estacionamento e a pavimentação, melhoraram a estrutura do local. Mas muitos continuam visitando o lugar pelo clima que oferece. É o caso do dentista Roberto Guzzo. Ele diz que frequenta o Perequê há 30 anos. ‘‘Gosto da natureza, dos botecos e dos restaurantes, onde se pode comer um bom peixe e camarão’’.
Prioridades — Consultado a respeito, o secretário de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente, Duíno Verri Fernandes, afirma que uma de suas prioridades é o Bairro do Perequê. Ele admite que há anos existem estudos para implantar na praia um atracadouro, mas a instalação sempre dependeu de verbas ou da autorização dos órgãos ambientais. Porém, segundo ele, a secretaria vai se empenhar para viabilizar o projeto, que deve ter um custo em torno de R$ 200 mil.
Conforme Duíno, a idéia é construir dois píers, um deles destinado à pesca e outro ao turismo e ao lazer. Conforme o secretário, o objetivo é dar estrutura para que proprietários de barcos da região possam atracar na praia para consumir nos restaurantes especializados em frutos do mar. A iniciativa movimentaria a economia local, que já não pode depender apenas da pesca.

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ICMS - ecológico

Guarujá é uma das cidades da região beneficiada este ano ( 2003, com base na arrecadação de 2002 ) pelos repasses do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) ecológico.
Esse repasse é destinado a municípios com áreas protegidas pela Lei estadual ambiental, como uma forma de beneficiar os municípios que estão impedidos de ocupar estas áreas. No Guarujá, as áreas tombadas incluem a Serra do Mar; Monduba, Pinto e Icanhema; Guaraú e Botelho, que resulta numa protegida de 41,951 hectares, gerando um repasse de ICMS - ecológico da ordem de R$ 251.891,66.


Fonte: A Tribuna
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Repasse de Tributos para o município de Guarujá/2003

Município: GUARUJÁ
Ano de Referência: 2003
Índice de Participação: 0,39692471
   ICMS(**) IPVA Fund. Exp-IPI(**) Comp.(*) TOTAL
Janeiro 3.129.099,28 1.759.109,36 29.377,83 611,26 4.918.197,73
Fevereiro 2.675.432,35 1.218.430,78 25.849,42 341,96 3.920.054,52
Março 2.647.422,65 862.991,31 25.804,22 0,00 3.536.218,18
Abril 2.815.304,41 246.180,17 26.438,42 911,90 3.088.834,91
Maio 1.625.139,68   13.667,32 0,00 1.638.807,00
Total 12.892.398,37 4.086.711,62 121.137,21 1.865,12 17.102.112,32

(Valores expressos em Reais)
(*) Compensação Financeira sobre Exploração de Gás, Energia Elétrica,
Óleo Bruto, Xisto Betuminoso de acordo com a Lei 7.990 de 28/12/89
(**) Valores já descontados os 15% do Fundo de Educação (Fundef)
de acordo com a Lei 9.424 de 24/12/96
Obs: As divergências de centavos entre a soma das parcelas e o total
decorrem de erro de aproximação
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