GUARUJÁ - PRÉ-HISTÓRIA E HISTÓRIA

Prof. Silvio Araujo de Sousa - E.E. Prof. Renê Rodrigues de Moraes


PRÉ - HISTÓRIA :

Há cerca de 6 mil anos, o mar começou a subir , até atingir o nível que esta hoje. Desde essa época, o litoral do Brasil atual, entre o Espiríto Santo e o Rio Grande do Sul, começou a ser ocupado por povos que viviam dos recursos que o mar oferecia.
Embora também caçassem pequenos animais e coletassem alimentos vegetais, como coquinhos, a dieta principal desses habitantes era constituídas por peixes e, sobretudo, por vários tipos de moluscos, como ostras, mexilhões, berbigões e outros, que ainda são comuns em nossas praias.
Esses povos do litoral estavam separados dos povos do interior pela " serra do mar"( escarpas do planalto ) e desenvolveram, pouco a pouco, uma cultura própria e original.
Aqui na Ilha de Santo Amaro foram localizados os seguintes sambaquis(*); Buracão, Mar Casado, Maratuá, Ilha de Santo Amaro I, Ilha de Santo Amaro II, Ilha de Santo Amaro III.
O Homem de Maratuá é o mais antigo habitante de São Paulo até agora conhecido. Ele viveu em uma pequena ilha guarujaense, há cerca de oito mil anos, e era antropófago. É o que consta em estudo feito na década de 50 pelo Departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia da Universidade de São Paulo    ( USP).
O estudo da USP afirma que os sambaquis  de Maratuá, Mar Casado e Buracão estavam em pequenas ilhas separadas por braços de mar provavelmente habitados por tribos segregadas e hostis. Em Maratuá, foram encontradas agulhas, indicativo que o homem primitivo usava linha, embora não se saiba o tipo de tecido utilizado. Também foram encontrados vestígios de que era antropófago. Para a arqueóloga Dorath Uchoa, com mais de 30 anos em pesquisas, a alimentação do homem primitivo da região era , peixes, moluscos e caça de médio e pequeno porte.
No Mar Casado, foram encontrados indícios de antropofagia, com ossos humanos muito fragmentados, misturados com restos de peixes, carvão e cinzas, com sinais de haverem sido raspados ou mordidos.
Ainda de acordo com os pesquisadores acredita-se que exista no Litoral Paulista cerca de 300 sambaquis, porém centenas foram destruídos, até o século XIX eram utilizados nas construções, foi muito utilizado na construçõ de igrejas , tanto no litoral , quanto no interior.
Esta pesquisa mostra indícios de que ha sete ou oito mil anos, haviam duas ilhas diferentes do chamado paleo arquipélago santista. Essas ilhas se ligaram por sedimentação.

(*)Sambaquis : são depósitos antiquíssimos, formados por conchas e utensílios, indicativos da presença de humanos.
Para saber mais: Jornal Travessia 11 à 17 de junho de 2000.
GUARINELLO, Norberto Luiz. Os primeiros habitantes do Brasil.ed. Atual, 4º ed. 1994 - SP
SCHMITZ, P.I.,Áreas arqueológicas do litoral e do planalto do Brasil . Revista do Museu de Arqueologia e Etnologia, nº1, 1991.
PROUS,A. Arqueologia Brasileira . Ed. UnB. Brasília.1991



HISTÓRIA DA CIDADE DE GUARUJÁ - Antecedentes

Ao observar-mos a história da humanidade iremos encontrar o mundo dividido em dois grupos , os dominadores e os dominados,grandes civilizações marcaram sua presença dominando regiões do planeta, o império persa no ano 500 aC ,os assírios, babilônicos, egípcios e muitos outros, como império romano que atinge o auge da sua extensão no ano 117 dC, é dentro deste contexto histórico de dominadores e dominados, que Portugal e Espanha no século XV, já livres de seus dominadores disputam entre si a hegemonia pela conquista de terras alem mar, a chegada da frota portuguesa ao Brasil( Ilha de Vera Cruz ), em 1500, é apenas um fato dentre tantos outros integrantes do processo de expansão ultramarina dos portugueses ao redor do planeta, para alguns historiadores estes eventos marcaram o início da atual globalização do mundo moderno.
A noticia do "achamento" do Brasil por Cabral, foi recebida em Lisboa, com decepção e fastio, a nova terra não possuía metais preciosos nem especiarias. Mas a expedição seguinte de 1501,comandada por Gonçalo Coelho, feita para reconhecer o país, nesta, escreveria o cosmógrafo Américo Vespúcio "(...) nessa costa não vimos coisa de proveito, exceto uma infinidade de árvores de pau-brasil(...)
Em de 1502, esta expedição , ancorou, a 22 de janeiro,na costa ocidental da Ilha de Guaibê (nome indígena), nas proximidades da Praia de Santa cruz dos Navegantes.


Chegada da Expedição Colonizadora

Este fato marca o início da história de Guarujá.
Pelas próximas três décadas Portugal não domonstrou interesse pelo Brasil, ao mesmo instante a informação da existência de novas terras e pau-brasil, despertava a cobiça de navegadores e traficantes franceses, ingleses,holandeses e espanhóis, o que fez a Coroa Portuguesa abandonar a inércia e decidir enviar ao Brasil uma poderosa expedição - militar e colonizadora, comandada pelo fidalgo Martin Afonso de Sousa.

Ilha de Guaibê
Assim em 1532, quando a Coroa portuguesa já havia decidido pela implantação do Sistema de Capitanias Hereditárias, Martin Afonso de Sousa, junto com seu irmão Pero Lopes de Sousa, recebem as Capitanias de São Vicente e Santo Amaro,respectivamente, o primeiro ato foi a fundação do Porto de São Vicente, mais conhecido como Porto das Naus, localizado em frente a Ilha de Guaibe.

Ilha de Santo Amaro
 A Ilha de Guaibê que pertencia a Capitania de São Vicente, foi doada em 1543 por  Dom João III para Pero Lopes de Souza irmão de Martim Afonso de Sousa , Pero Lopes de Souza a batizou de Ilha de Santo Amaro pelo fato de ter estado no local pela primeira vez no dia 22 de janeiro, data que homenageia Santo Amaro.

 Santo Amaro é venerado desde 1545
A primeira manifestação religiosa em louvor a Santo Amaro aconteceu em 1545, dois anos após o batismo da ilha, quando o comerciante português José Adorno inaugurou uma capela para o santo. Apesar de não existir qualquer vestígio deste templo, acredita-se que ele tenha sido construído onde hoje é a Santa cruz dos Navegantes.
Durante 300 anos a devoção a Santo Amaro deu-lhe a condição de padroeiro da ilha. Em 1929, um incendio destruiu a primeira Igreja Matriz de Guarujá, somente a imagem de Santo Amaro escapou ilesa das chamas, o que lhe deu a fama de milagreiro, a imagem foi retirada do interior da igreja pela corajosa ação de Atílio Gelsomini.

Santo Amaro
Sem um templo, a imagem passou a ser venerada no chalé 29 da Vila Balneária, em Pitangueiras, visto que a paróquia não tinha condições de erguer uma nova capela.
Em 1934, o comerciante Ricardo Fidela se ofereceu para custear as obras de uma nova igreja desde que ela fosse consagrada a Nossa Senhora de Fátima, sua santa de devoção, que deveria também ser a padroeira da cidade.
Apesar da polêmica, que durou cerca de dois anos, surgiu uma solução conciliatória e Guarujá passou a ter dois padroeiros, Santo Amaro e Nossa Senhora de Fátima, cujas imagens passaram a ocupar lugares distintos no novo templo.
AS comemorações acontecem no dia 15 de janeiro (Santo Amaro) , feriado municipal, e no último domingo de maio (Nossa Senhora de Fátima).
Santo Amaro viveu no período final do Império Romano, por volta do ano 500, tornou-se conhecido na história cristã pela sua incondicional obediência a Deus. Há registros de que seu nome original era Mauro e que foi discípulo de São Bento, o padroeiro da Europa.

Consta que um dos primeiros colonizadores a se instalar na Ilha foi o português Jorge Ferreira , instalando-se no Itapema ( hoje Vicente de Carvalho ) , isto por volta de 1532/3. Jorge Ferreira ainda veio a ser Capitão-Mór, Governador das Capitanias de São Vicente e Santo Amaro  de 1556 a 1557 e de  1567 a 1569 , casou-se com a filha  de João Ramalho com quem teve vários filhos.  Consta também que Estevan da Costa, português, por aqui esteve por volta de 1535, desaparecendo anos depois.
Durante  mais de trezentos anos esteve quase sem ninguém,exceto indígenas e alguns colonos, devido aos pântanos e a topografia que afastavam os colonizadores e justificavam seu nome indígena, que significa "ilha em forma de pilão" , para outros autores a palavra indígena gu-ar-y-ya tem o significado de "passagem estreita de um lado para outro" ou também guaruya "viveiro de sapos ou de rãs.   Com a construção da Capela de Santo Amaro em 1544, o local passou a ser ocupado,também, pelos jesuitas,encarregados da catequização dos índios. A partir dai,começaram a ser construídas as fortalezas,para a defesa do litoral e consequentemente,começaram a chegar os primeiros habitantes.  Em função destas condições a Ilha teve poucas atividades econômicas. Havia a extração do óleo de baleia , a pesca e alguns engenhos de cana-de-açúcar (Engenho de Nossa Senhora da Apresentação de Manoel Oliveira Gago, o Engenho Santo Antônio de Manoel Fernandes e o Engenho de Bartolomeu Antunes). Assim foi surgindo um pequeno povoado que em 1832 através de um decreto imperial recebe o "status" de vila. Em 1893 o povoado de Guarujá passa a ganhar novo significado quando o  engenheiro e jornalista Elias Fausto Pacheco Jordão, paulista de Campinas, ficou deslumbrado com suas paisagens, suas belas praias, não teve dúvidas, ao retornar a São Paulo, e juntamente com Valêncio Augusto Leomil, instalou a Companhia Balneária da Ilha de Santo Amaro, com o objetivo de fundar a "Vila Balneária de Guarujá". Para isso foram encomendados nos Estados Unidos , um hotel,   uma igreja , um cassino e 46 chalés residenciais desmontáveis e construídos em Pinho da Geórgia.A vila contava com serviço de água, esgoto e luz elétrica.

Foi inaugurada a Vila balneária de Guarujá, na deserta ilha de Santo Amaro, no dia 3 de setembro de 1893. Para trazer os turistas a Companhia Balneária organizou um sistema misto de transportes maritimo e ferroviário, da qual era sócio majoritário o capitalista americano Percival Farquahr que aparece na série Mad Maria da Rede Globo interpretado por Tony Ramos.

Foram adquiridas duas barcas, "Cidade de São Paulo e a "Cidade de Santos e como eram suas funções servir a sociedade paulistana , as mesmas partiam do Valongo, junto à estação da "SÃO PAULO RAILWAY" , em Santos. Depois de uma viagem de 40 minutos, a lancha atracava na costeira ponto de desembarque  a noroeste da ilha no antigo Itapema e conduzidos por uma ferrovia ( História da Tramway de Guarujá ) numa viagem de 10 minutos até a Vila Balneária. Além da praia  oferecia-se longos passeios de jumentos, especialmente trazidos de Cintra em Portugal.
Na inauguração estavam presentes inúmeras autoridades e personalidades da sociedade paulista, dentre elas, o Presidente do Estado , Dr. Bernardino de Campos, Dr. Cezário Mota ,Secretário do Interior e o Bispo Dom Joaquim Arco Verde, Também o Ministro do Interior e Deputados Estaduais e as mais diversas autoridades. Nicola Puglisi sucedeu o Eng. Elias Fausto Pacheco Jordão na Presidência da Companhia até 1926, quando Guarujá foi transformada em Prefeitura Sanitária, em 30 de junho de 1926, pelo governador Carlos de Campos, sendo nomeado o Sr. Juventino Malheiros seu primeiro prefeito.
VEJA TAMBÉM - Cem Anos de Travessia entre Santos e Guarujá

Em janeiro de 1931, o interventor federal em Sâo Paulo, João Alberto Lins Barros, extinguiu a Prefeitura Sanitária, sendo que,  Guarujá foi integrado ao município de Santos, situação que perdurou até 1934, quando pelo Decreto 1525/34 o Governador Armando Salles de Oliveira criou a Estância Balneária de Guarujá, em 30 de junho de 1934, nomeando o Dr. Cyro de Mello Pupo seu prefeito, de 1934 à 1937.


locomotiva , que fazia a ligação entre Guarujá e Vicente de Carvalho.A locomotiva a vapor ( de procedência americana, foi a segunda unidade produzida pela Locomotive Works Philadelphia Baldwin ) que fazia o trajeto entre o Itapema e a Vila Balneária (Guarujá), atualmente pode ser vista em exposição no centro do Guarujá, sob os cuidados da Mariazinha das flores.


Para saber mais sobre a ferrovia Itapema-Guarujá
História da Tramway de Guarujá ]

A partir de então o crescimento da cidade foi contínuo, em 1923 foi distrito de paz, em 1947  promovido a municipio ,sendo eleito como primeiro prefeito   o Sr. Abílio dos Santos Branco(também fundador do Jornal "O Estância de Guarujá" em 25/09/49) e o Sr. Leôncio de Camargo Filho  primeiro presidente da Câmara de Vereadores, e comarca em 1964.

A beleza das praias de Guarujá atraiu o turismo para a região. A sua orla marítima é uma das mais valorizadas do litoral paulista.
Pertence também ao Guarujá o distrito de Vicente de Carvalho( Itapema até 1959).

A origem do antigo Itapema, esta localizado num local chamado Bocaína, onde hoje situam-se as instalações da Base Aérea de Santos, havia ali uma colônia de pescadores e trabalhadores do porto, a partir deste pequeno núcleo, o Itapema se expande, principalmente a partir da década de 50, quando inicia o processo de industrialização da Baixada e o consequente aumento da população, encarecendo o preço dos imóveis em Santos, surgindo o Itapema como uma alternativa para os menos favorecidos, que se instalaram no Sítio Paicará.

Pela Lei 2.456/53, o governador Lucas Nogueira Garcez, criou o distrito de Vicente de Carvalho, que abrangia a Bocaína, o antigo Itapema e a várzea do Sítio Paecará. Vicente de Carvalho, possui uma área de 80 Km2 ,localiza-se à noroeste da ilha esta  separado do Guarujá pelo rio Santo Amaro. Tem um único monumento histórico, o FORTE DO ITAPEMA , aproveite para vê-lo aqui, pois esta em total abandono e talves não resista muito tempo, apagando-se um importante testemunho da História da ilha de Santo Amaro.
 Vicente de Carvalho hoje se destaca por uma atividade comercial intensa , indústrias e atividade portuária, onde destacamos, a CARGILL, ESTALEIROS WILSON SONS DOW QUÍMICA , CUTRALE, TERMINAL DE FERTILIZANTES (TEFER),
TERMINAL DE CONTÊINERES ( TECON )  LOCAL FRIO .
(1)Fonte de referência:A Baixada Santista Vol.III/Editora da USP/1965 e outros documentos.


DATAS    COMEMORATIVAS
 MÊS  DIA   EVENTO
JANEIRO 15 DIA DE SANTO AMARO(Padroeiro da Cidade, artigo 9º da Lei Orgânica do Município) E ANIVERSÁRIO DA CIDADE
MAIO 13 DIA DA PADROEIRA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA
JUNHO 30 EMANCIPAÇÃO POLÍTICO ADMINISTRATIVA
NOVEMBRO 03 INAUGURAÇÃO DA VILA DE GUARUJÁ
SÍMBOLOS DO MUNICÍPIO A BANDEIRA DO MUNICÍPIO,O BRASÃO DE ARMAS E O HINO DO MUNICÍPIO
HINO    DE   GUARUJÁ
Guarujá nossa gleba querida
jardim feito de encanto e de sol.
Pulsa em ti, a beleza da vida entre os vivos clarões do arrebol.
Tuas praias de linda brancura
São recantos de amor e de paz,onde o céu azulado procura,
Repousar em manhãs estivais.
Simbolizam teus fortes em ruínas os civismos que a pátria tu ensinas,
Pois neles há troféus de glória honrando a história de Guarujá.
És para nós a pérola do atlântico,espelho do Brasil,lindo e romântico.
Primor de artista;jóia fagueira,à Beira-Mar,
Não há turista que não queira te adorar.

Letra de Aristeu Bulhões
Música de Olavo E. Pinheiro

A Canção do Guarujá você também encontra neste site para download:  Geografia ( clique )


HISTÓRICO DA FORMAÇÃO DO MUNICÍPIO DE GUARUJÁ
Fonte de referência: www.seade.gov.br/500anos/historico/hist_18701.htm

Histórico
Antiga povoação na Ilha de Santo Amaro.

Distrito: Lei 1871 de 26-10-1922, no Município de Santos.

Município: Decreto 6525 de 30-6-1934 e de acordo com o Decreto 6501 de 19-6-1934, com o nome de"Estância Balneária do Guarujá".
Instalado a 1-1-1939.

Distritos
1939 a 1953 - Guarujá (2)
1954 a 2000 - Guarujá e Vicente de Carvalho (1)

Histórico da formação, incorporação e desmembramento dos distritos de:

(1) Vicente de Carvalho
Distrito: Lei 2456 de 30-12-1953, com sede no povoado de Itapema e terras desmembradas do distrito de Guarujá.

(2) Guarujá
Pela Lei 2456 de 30-12-1953, perdeu terras para o distrito de Vicente de Carvalho.
BIBLIOGRAFIA - Recomendada para pesquisa sobre o Guarujá e a Baixada Santista

01- DAMASCENO; MOTA, Monica de Barros, Paulo, Pérola ao sol, edição PMG- DEC, Guarujá, 1991
02- Apostilas elaboradas pelo DEPTUR, Departamento de Educação da Prefeitura Municipal de Guarujá
03- AZEVEDO, Haroldo. A Baixada Santista, aspectos históricos e geográficos, São Paulo, USP ed., 1964, 4º. v, 734 págs.
04- JÚNIOR, José Muniz. Fortes e fortificações do litoral santista, edição particular do autor, série cultural I, Santos, 1982.
05- MESQUITA, Jaime e Junior José Muniz. O Exército na Baixada Santista, Prodesan Gráfica, Santos, 1983.
06 - HOLANDA, Sérgio Buarque, História da Civilização Brasileira, São Paulo, Difusão Européia do Livro ed., 1972, T.I.
07 - LOPES, Albertina. Vida e luta de três gerações, S.C.P., 1976.
08 - LUIS, Washington. Na capitania de São Vicente, São Paulo em convênio com INL, Livraria Martins Fontes, 1976.
09 - MADRE DE DEUS, Frei Gaspar. Memórias para a capitania de São Vicente, hoje chamada São Paulo, São Paulo, 1920, 357 págs.
10 - STIEL, Waldemar C. . História dos Transportes Coletivos em São Paulo.
11 - SOUZA, Pedro Luiz Pereira de . Meus 50 anos na Companhia Prado Chaves, S.L.S., ED., 1950, p.71.
12 - MELLO, Geraldo Anhaia de, Guia Histórico de Guarujá
13 - ETZEL, Eduardo, "O Guarujá e Eu"

Guarujá - Mais História
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